Essa semana, por volta das 00:30, havia no terminal rodoviário, uma mulher com um pouco mais de um metro e meio, de vestido branco longo, com jeitão de artigo de bazar de igreja. E que, portava nas costas, asas rosas de acetato. Ela parecia séria, mergulhada em si mesma. Parecia um pouco perdida. Talvez, um pouco triste.
Sem alarde, ela embarcou, no mesmo ônibus que eu.
Então descobri, que de madrugada, até as fadas, são tocadas pela melancolia.
viajei com uma fada
22 sexta-feira out 2010
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