Às vezes, um lágrima seca se derrama por dentro

Na solidão barulhenta e povoada das multidões

Ou no silêncio adormecido da madrugada

Às vezes, é um lágrima ácida

Que corrói a garganta

E queima o peito

A garganta machucada não emite o grito

E o peito em cinzas bate surdo

É uma dor que ninguém vê

E só a conhece quem a sente

Uma dor oculta

Que se manifesta

Às vezes, como lágrima seca que se derrama por dentro

Às vezes, como lágrima ácida que dissolve a alma …

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