E de repente
A ausência
Do ausente
Se fez mais presente
E a presença
Da ausência
Dói na pele
Como ferida aberta
Puta que pariu
Por que tem que ser assim?
“Eu sou confusa
Minhas palavras se contradizem”
E eu não quero querer
Mas eu quero
Puta que pariu
Eu, que já nada sabia,
Já não sei de mais nada
E a presença
Da ausência
Dói na pele…
Puta que pariu
Umas palavras
Um rosto numa tela e…
Ai, que merda…
Dói na pele…
Será que vale a pena?
E se for só mais alguma coisa
Que, na verdade, não é?
Será?
Será que aguento mais ses ?
E se não for?
Puta que pariu
Eu não sei de mais nada
Não tenho respostas
Só interrogações e reticências…
Ai, que merda…
E dói na pele…

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