Eu aqui te conheci. Aqui , acreditei que você fosse meu pierrot distante. E aqui, também, te desconheci. Num mundo feito de tela e palavras.
Não sei se ainda me lê. E sinceramente, não me importo. Foi você quem se desconectou. Fechou a porta sem nem ao menos dizer: “Criatura, você é um pé no saco. Me esquece”.
Mas eu entendi a mensagem. Não havia porta. Só uma pintura, uma imitação, estampando a parede onde eu fui de encontro, amassando a cara. Bem típico de mim…
E essa é última vez que escreverei algo sobre você ou para você.
Você mesmo escreveu uma vez que não existia de verdade. E eu, boba que sou, não acreditei…
Aqui se encerra a nossa não história. Você foi um bom muso e por isso agradeço pelas palavras as quais me inspirou.
Sem mais nada.
Fim e ponto final.

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