Há muito tempo não sei o que fazer. Pensei que esquecer você fosse fácil.
Mas não é.

E há sempre uma luzinha estranha indicando sinais de interpretação duvidosa, sinalizando que eu não posso desistir ainda…

A esperança, às vezes, é uma carrasca de métodos lentos…

É o indefinido que me mata.

Eu preciso de algo como um ‘não, nunca’. Um ‘pode ser, quem sabe’ .

Ou (olha a  luzinha da esperança me perturbando de novo ) ‘sim. quando?.

O que faço?

Não faço nada?

Me torno uma amiga mais presente?

Ou tento te seduzir…?

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