Mais um aniversário se aproxima.
31 anos com as mesmas inseguranças dos 13.
E talvez, ainda menos certezas.
Ainda carrego muito da nerd cheinha e desengonçada, porém estranhamente feliz,que vestia um casaco de lã rosa que a avó tricotou.
Uma bolha de chiclete cheia de ilusões (e desilusões).

Será que eu sou a prova viva que Balzac estava errado? Ou sou uma exceção a regra?

A boa notícia é que esse inferno astral, rançoso, está perto do fim.

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