É estranho, mas tudo parece a arrastada prorrogação de um jogo que, de fato, nunca começou…

E eu não quero o idealizado, nem o platônico romantizado, nem o fantasiado erotismo.Eu quero o real.A imperfeita e maravilhosa realidade.O que eu possa ver, ouvir, tocar e provar.O que eu possa viver.Eu não quero mais esperas, nem anúncios, nem suposições, nem “ses”, nem reticências…

Eu não quero palavras que não estejam impregnadas de vida…

Eu só não sei como fazer isso…

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