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A Colombina fuma o seu cigarro na sacada observando a noite quente e enevoada. Pensa sobre a sua própria existência de personagem. Ela sabe que sua história começou com um “não” de seu Pierrot-Arlequim das bochechas rosadas. E de não em não, foi se escrevendo.

A Colombina também sabe, que com um “sim”, talvez, sua história tivesse um merecido fim. E com muito gosto, a personagem daria lugar à sua autora.

Com um “sim” terminaria a vida fabulada da Colombina e começaria a minha história.

Mas… até agora, foram apenas “nãos”…

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