de repente, me dei conta… é muito tempo para esperar por algo que nunca acontece… quanto tempo? um ano? dois? muito tempo… para quem espera, uma eternidade… e, uma espera teimosa, dessas que já não se sabe, se é esperança mesmo, ou se é outra coisa… muito tempo… e eu me pergunto, será que em algum instante, eu tive uma chance e deixei escapar? ou será que sempre foi uma espera vã? muito tempo, sabe… será que você já pensou à esse respeito?no tamanho dessa espera? muito tempo… e eu ainda mantenho essa esperança. mas agora, como quem quer algo que parece improvável, algo impossível… e já não espero mais… vou vivendo cada dia… é o que se tem de verdade: cada dia, cada instante… mas, não espero mais… agora, o que carrego é um sentimento solto,independente de qualquer coisa. um desejo sem espera, sem expectativas… e, seja lá o que a vida me reserve,ao não esperar, tudo vira surpresa…

“So what is left for me to do /

Now that’s all just up to you” ida maria

 

e se não for, fazer o quê?
eu já não espero mais…
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