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É quase o Carnaval do calendário. E a Colombina,carrega essa ilusão,de que nunca pode virar agora, de que não pode virar sim.

Mas a Colombina desconfia da ilusão. Tenta reparar em outros foliões.
Mas como, sem ter seu coração recuperado? Sem ter de volta o coração roubado, pelo Pierrot da bochechas rosadas, que o levou embora e nem percebeu?

É quase o Carnaval do calendário. Mas, para a Colombina, sem coração e sem Pierrot, as horas parecem ser feitas de cinzas…

Da onde tirei essa idéia, de que algum dia, você pudesse me querer?

E a Colombina, é feito quebra cabeças incompleto, de longe, alegre imagem. Bem de perto, percebe-se o tamanho do vazio…

É quase o Carnaval do calendário…

Da onde tirei essa idéia, de que algum dia, você pudesse me querer?

 

Cadê o bloco?

Cadê o Pierrot?

 

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