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E a Colombina, pôs no pescoço, um cordão prateado de caveira. Um totem,uma carranca, que proteja e disfarce seu coração camafeu, que está sempre aberto, acolhendo a tudo e a todos.

A Colombina é assim, como a constelação que regia os céus quando veio ao mundo. Observa atenta a tudo, meio que de banda, desconfiada. Casca dura,miolo mole… Se lança no mar ou se enconde na areia…

A Colombina, pôs no pescoço, um cordão prateado de caveira.

Colombina in roll…

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