Hoje, sabe-se lá por que, eu lembrei de você. Sem mágoas. Talvez, seja o efeito belga das Stellas, como na vez que tentei te ligar alta madrugada sob o efeito de várias holandesas, porque tocavam uma determinada música  num bar que eu estava. Eu não sei. Só sei que lembrei sem mágoas, como alguém que sente a nostalgia de sensações que um dia sentiu. E me deu a vontade, de alguma forma te dizer, arlequim/pierrot  das bochechas rosadas, que eu passei a me conhecer, como não me conhecia. Que eu passei a enxergar a vida, como antes  não via. E que de alguma forma, eu acho, que me tornei uma pessoa melhor.Então, além da inspiração, eu também deveria agradecer por isso. Que além, da decepção, da tristeza, da raiva,eu pude, saber ir além. Além do que eu achava que eu era. Além, bem mais além, bem mais ao fundo de mim mesma.

E eu só posso desejar à você o mesmo. Que você  possa se conhecer e conhecer a vida como eu conheço.

É isso. E boa sorte.

E essas foram as palavras semi bêbadas (ou bêbadas mesmo), porém sinceras, de alguém que, provavelmente, irá reler este texto  depois, a procura de erros.

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