De novo, quase carnaval do calendário. E a Colombina e seu cigarro, sob a luz de uma lua redonda, tem seus pensamentos na sua vida de marchinha.

A mente livre e o camafeu-coração aberto…

E imagina se haverá, em algum lugar, um cantinho para ocupar no coração de alguém…

Ai, Colombina! Queria saber quais serão os próximos versos desse seu enredo…

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